Podes estar a perder

O ghostwriting deixou de se esconder num beco sem saída para caminhar por um corredor iluminado. Deixou de ser uma profissão oculta para se tornar numa peça-chave na indústria editorial e digital.
E gostava de vos falar sobre isto, e no que podes estar a perder por não trabalhar com um ghost.
Primeiro, há dados curiosos que quero partilhar.
Sabias que a América do Norte representa quase 48% do mercado global desta área profissional, enquanto a Europa se fica pelos 26%. A diferença é considerável.
Nos EUA e Canadá, há uma forte cultura de personal branding, isto é, empresários e líderes publicam livros para consolidar autoridade e imagem pública. A Europa acha isso, infelizmente, ‘vaidade ‘.
Nos EUA, muitas pessoas e empresas estão dispostas a investir em livros e divulgação editorial para garantir uma narrativa profissional, desde biografias até livros de negócios.
A Europa acha desperdício de dinheiro.
Nos EUA, o ghostwriting é amplamente reconhecido como profissão e há escolas, cursos e redes profissionais consolidadas para ensinar a profissão.
Na Europa, a profissão ainda é vista como secundária.
Cá, ainda se acha que “quem escreve sozinho é mais nobre” e que pedir ajuda é quase pecado.
Resultado? Muitos continuam no mesmo nível, enquanto os outros escalam a montanha só porque decidiram delegar a uma mão que escreve.